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Andy Murray é o novo número #1

Após 122 semanas no topo do tênis mundial, Novak Djokovic foi destronado. Andy Murray coroou sua ótima temporada com a chegada ao posto de número um do mundo. Aos 29 anos, o britânico se tornou o segundo mais velho da história a figurar pela primeira vez ao lugar mais alto do ranking da ATP.

A temporada de Murray foi intensa. Oito títulos, entre eles o bicampeonato em Wimbledon e a segunda medalha de ouro em Jogos Olímpicos. Venceu os Masters 1000 de Roma, Xangai e Paris, além de Queen’s, Pequim e Viena. Seu melhor ano em quantidade de títulos, não poderia ter um final melhor.

Conseguiu capitalizar os pontos que precisava nas horas certas, junto com a caída de nível de Djokovic nos últimos meses e chegou ao posto de número #1 – algo que todo tenista sonhou um dia.

O tenista defensivo e de múltiplas-faces, que sempre demonstrou um talento fora do comum, conseguiu, enfim, manter o seu maior nível de tênis por um tempo que nunca havia conseguido. Nas últimas cinco semanas, o novo número #1 venceu quatro torneios seguidos, com 20 vitórias consecutivas e apenas uma semana de descanso.

Foi um sprint final perfeito. Nada mais justo para um tenista com o talento de Murray chegar ao tão sonhado topo.

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Os últimos 12 meses de Andy Murray

O novo número #1 do mundo teve 12 meses memoráveis. Fizemos uma cronologia dos momentos mais marcantes dos últimos meses de Andy Murray e apresentamos para você:

  • Novembro de 2015: Ajudou a Grã Bretanha a vencer a Copa Davis pela primeira vez desde 1936
  • Fevereiro de 2016: Tornou-se pai pela primeira vez, com o nascimento da filha Sophia
  • Julho de 2016: Campeão de Wimbledon pela segunda vez
  • Agosto de 2016: Defendeu o ouro olímpico, ao conquistar sua segunda medalha dourada na Rio 2016
  • Novembro de 2016: Conquistou o quarto título seguido e alcançou o posto de número 31

Andy Murray: uma unanimidade dentro e fora das quadras

Além de jogar um tênis de altíssimo nível, Andy Murray é uma unanimidade fora das quadras. Apesar de seu jeitão de nerd – e ser um geek assumido – o escocês sempre teve posicionamentos firmes e corretos sobre temas polêmicos, como feminismo, doping e até o brexit.

Dentre outras coisas, esse é um dos fatores que faz de Andy um dos mais queridos do circuito. E isso ficou muito claro com o tanto de mensagens de carinho que recebeu.

O último do Big Four

Para chegar ao topo, Murray teve de percorrer um caminho árduo. Ser “britânico quando ganha e escocês quando perde”, e a pressão de toda uma nação, que esperou 70 anos por um título em Wimbledon, colocada em suas costas. A delicada cirurgia nas costas, em 2012, quando vivia seu melhor momento da carreira.

E, entre esses obstáculos, também estava o chamado Big Four, que, além de Andy, também conta com Roger Federer, Rafael Nadal e Novak Djokovic.

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Passou por tudo isso. Venceu todos os obstáculos. Conquistou três Slams, tornou-se o primeiro ser humano a conquistar dois ouros olímpicos em simples, e, por fim, chegou ao posto de número 1 do mundo.

Gráfico produzido pela BBC, mostra com qual idade cada um dos membros do chamado Big Four demorou para chegar ao #1.

Gráfico produzido pela BBC, mostra com qual idade cada um dos membros do chamado Big Four chegou pela primeira vez ao número #1.

Coroação de uma pessoa ímpar, que sempre trabalhou duro para chegar onde chegou. Agora resta saber: até quando vai durar o reinado de Andy Murray? Caso ele termine o ATP Finals, que começa na próxima segunda-feira, atrás de Djokovic, o sérvio voltará ao topo do ranking.

Você poderá fazer sua SuperAposta no ATP Finals aqui com a gente, para deixar essa disputa ainda mais emocionante!

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