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Copa América 2016

BOLÍVIA Copa América Centenário 2016

BOLÍVIA Copa América Centenário 2016

Uma das seleções mais fracas desta Copa América, a Bolívia vai aos Estados Unidos desacreditada. Amargando a penúltima colocação das Eliminatórias Sul-americanas para a próxima Copa do Mundo, “la verde” está sendo o “saco de pancadas”. Vão para a Copa América com apenas uma vitória em seis jogos pelas Eliminatórias – vitória contra a última colocada, Venezuela.

  • Alcunha: La Verde
  • Treinador: Julio Cesar Baldivieso
  • Jogador Chave: Alejandro Chumacero
  • Presenças na Copa América: 26
  • Melhor desempenho na Copa América: Campeão (1963)
  • Ranking FIFA: 72.º Lugar
  • Ranking SuperAposta: 1.5 estrela
  • Odds: 105.00 (para vencer a Copa América Centenário)

Pontos Fortes

O maior ponto forte da Bolívia, nos jogos em casa, acaba sendo a altitude. No entanto, quando podem contar com esse aliado, fazem do entrosamento de seus volantes uma de suas armas.

Julio Baldivieso, treinador da seleção boliviana, costuma jogar num 4-5-1 com três volantes, que costumam variar entre Alejandro Chumacero e Veizaga, do The Strongest, Rudy Cardozo e Danny Bejarano, do Bolívar, e Lízio, do Botafogo – o único deles que não atua em clube boliviano.

Sem ter um trio de volantes fixo, pelo menos por enquanto, Baldivieso aposta no entrosamento de atletas que já jogam juntos em seus clubes.

Chumacero, de 24 anos, é quem tem maior potencial entre os meias defensivos e, provavelmente, tem sua vaga assegurada no meio-campo de “la verde”.

Pontos Fracos

A fragilidade defensiva. Sem a altitude, que acaba mascarando os defeitos na marcação boliviana, os problemas na retaguarda ficam ainda mais visíveis. A falta de bons atacantes também é um problema para “la verde”, que tem em Juan Carlos Arce, aquele que não deixou saudades no Corinthians, sua principal esperança de gols.

Alejandro Chumacero é a grande baixa da Bolívia

Alejandro Chumacero é a grande baixa da Bolívia na Copa América Centenário

Principais Jogadores

Alejandro Chumacero é o principal nome da Bolívia para a Copa América Centenário. “Dono” do meio-campo do The Strongest, o volante de 24 anos deve comandar também a distribuíção de jogo com a camisa de “la verde”.

Outro nome importante é o de Juan Carlos Arce, o centroavante da seleção boliviana. Com oito gols em sua carreira internacional, Arce está a um gol de figurar entre os dez principais artilheiros da história da Bolívia, o que mostra sua importância no setor ofensivo da equipe.

Grupo

Sorteada no Grupo D, a Bolívia terá vida dura pela frente. Caindo no mesmo grupo dos atuais finalistas, Chile e Argentina, os bolivianos terão que, obrigatoriamente, tirar ponto de algum deles para sonhar com a classificação. Além das duas potências, o outro adversário é o Panamá, com quem os bolivianos têm mais chances de conseguir um resultado positivo.

Histórico na Copa América

Até hoje, foram disputadas duas Copas América na Bolívia (1963 e 1998) e, não coincidentemente, foi quando a seleção boliviana teve suas melhores campanhas.

Em 1963, os bolivianos foram campeões de forma invicta. Com toda a competição disputada em La Paz e em Cochabamba, que têm 3600 e 2550 metros de altitude, respectivamente, a Bolívia empatou apenas na estreia, contra o Equador, e venceu todos os cinco jogos restantes – incluindo vitórias contra Brasil e Argentina.

Na outra vez em que a Copa América voltou à Bolívia, em 1998, a competição ganhou mais sedes. No entanto, “la verde” disputou todos os seus jogos sob o ar rarefeito de La Paz. Com esse aliado ao seu lado, mais uma campanha surpreendente. Venceram seus três jogos da fase de grupos, além de vitórias contra Colômbia, nas quartas de final, e México, na semifinal. Dessa vez ficaram com o vice-campeonato, já que foram derrotados pelo Brasil na grande final.

Tirando essas duas ocasiões, o máximo que os bolivianos conseguiram foram dois quartos lugares (1927 no Peru e 1949 no Brasil).

Na última Copa América, porém, “la verde” conseguiu classificar em segundo lugar num grupo que tinha Chile, Equador e México. Todavia, acabaram eliminados na fase seguinte, perdendo para o Peru por 3 a 1.

Juan Carlos Arce, que já teve passagem pelo Corinthians, é o responsável pelos gols da La Verde

Juan Carlos Arce, que já teve passagem pelo Corinthians, é o responsável pelos gols da La Verde

23 Convocados

  • Goleiros: Carlos Lampe (Sport Boys), Romel Quiñónez (Bolívar) e Billy Viscarra (Oriente Petrolero).
  • Defensores: Ronald Eguino (Bolívar), Nelson Cabrera (Bolívar), Erwin Saavedra (Bolívar), Diego Bejarano (The Strongest), Edward Zenteno (Jorge Wilstermann), Marvin Bejarano (Oriente Petrolero) e Luis Gutiérrez (Hapoel Ironi Kiryat Shmona/ISR).
  • Meias: Walter Veizaga (The Strongest), Raúl Castro (The Strongest), Fernando Saucedo (Jorge Wilstermann), Cristhian Machado (Wilstermann), Pedro Azougue (Oriente Petrolero), Alejandro Meleán (Oriente Petrolero), Samuel Galindo (Petrolero), Jhasmani Campos (Kazma/KUW) e Martin Smedberg-Dalence (IFK Göteborg/SUE).
  • Atacantes: Rodrigo Ramallo (The Strongest), Juan Carlos Arce (Bolívar), Bruno Miranda (Universidad do Chile/CHI) e Yasmani Duk (New York Cosmos/EUA).

11 Provável da Jamaica na Copa América Centenário 2016:

11 provável da Bolívia na Copa América Centenário 2016

11 provável da Bolívia na Copa América Centenário 2016

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