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Brasil na Davis: um caso de decepções

Mais uma vez, o Brasil decepcionou na Copa Davis.

Era um Japão sem seus três principais jogadores: Kei Nishikori, Nishioka e Taro Daniel. Um cenário de total favorecimento ao Brasil, com tudo certo para vencer e voltar ao Grupo Mundial – a primeira divisão da Copa Davis.

Os problemas começaram ainda antes da bolinha quicar, em Osaka. Após a eliminação de Thomaz Bellucci no US Open, no final de agosto, o principal jogador do tênis nacional anunciou que daria um tempo para tratar uma lesão no tornozelo esquerdo.

Com a inesperada baixa, o capitão do Brasil na Davis, João Zschwetz, contatou o atual número 1 do Brasil, Rogério Dutra Silva, que não tinha sido convocado até então. E aí veio o segundo imprevisto: Rogerinho recusou o “convite”, alegando que ficou esperando ser chamado e não recebeu sequer uma palavra do capitão brasileiro.

Nessa sinuca de bico, causada principalmente pela má gestão tanto do capitão, quanto por todos que formam a comissão técnica do time brasileiro, Zschwetz se viu obrigado a convocar Guilherme Clezar, número 241 do mundo.

Dois choques antes mesmo dos tenistas entrarem em quadra. E, pasme, não parou por aí.

No dia anterior ao início das competições, a delegação brasileira saiu para comemorar o aniversário do capitão da equipe. Durante os parabéns, começaram a gritar “Nishikori! Nishikori!”, até que algum dos presentes manda um “PAU NO C* DO NISHIKORI”, em alto e bom som. A história e o vídeo foram divulgados pelo blog Saque e Voleio e é possível ser encontrado aqui.

O vídeo foi publicado no twitter do presidente da CBT Rafael Westrupp. Em uma situação como essa, é inadmissível, em um ambiente com toda a equipe brasileira, junto com toda a “alta cúpula” do tênis nacional, que ocorra algo assim. Terceira grave falha.

Pensa que parou por aí? Tem mais! Na sexta começaram os confrontos. O primeiro deles foi Guilherme Clezar x Yuichi Sugita. Como era esperado, o jogo foi totalmente controlado pelo japonês, que venceu em sets diretos. Entretanto, o que marcou o embate nem foi o placar, mas sim uma atitude racista do brasileiro.

Um ato totalmente impensado que ofendeu os asiáticos, seja japonês ou não. Após o ocorrido, a CBT divulgou uma nota sobre o caso e seguiu falhando. Disse que houve uma “má interpretação” do gesto feito por Clezar, transferindo a culpa para os ofendidos e não para o atleta. Quarto erro. A vídeo com a ação do gaúcho pode ser visto aqui.

Em quadra

Esses foram os problemas “off-court”. Com a bolinha rolando, outras decepções. Thiago Monteiro, o mais emergente dos tenistas brasileiros, mais uma vez mostrou um jogo bastante pobre. Não conseguiu apresentar variações e perdeu para si mesmo. Foi assim tanto contra Sugita, quanto contra Go Soeda.

Para pensar no Grupo Mundial, o Brasil necessitava dos pontos de Monteiro. Sem eles, ficou impossível pensar em algo maior. Além disso, um tufão que chegava ao país do sol nascente fez com que chovesse durante todo o sábado e domingo. O confronto foi decidido apenas na segunda-feira. Sendo assim, Guilherme Clezar nem precisou voltar a jogar.

Dupla imbatível

Como tem sido rotineiro nos “match-ups” brasileiros na Davis, a dupla formada por Marcelo Melo e Bruno Soares não decepcionou. Eles têm sido o ponto alto da equipe verde e amarela há um bom tempo. Desta vez, bateram a dupla nipônica formada por Ben Mclachlan e Yasutaka Uchiyama.

Foi um jogo dominado do início ao fim por Melo/Soares, que venceram pelas parciais de 7/6, 6/4 e 6/2. Este triunfo foi o de número 14 da dupla, nesta competição. Nesse período, são apenas três derrotas.

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