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Natação

Gêmeas Feres são fenómeno de popularidade

Bia e Bianca Feres

As gêmeas Bia (Beatriz) e Branca Feres continuam a preparar-se para as Olimpíadas 2016, onde irão representar o Brasil na modalidade de nado sincronizado. Elas são conhecidas por serem grandes atletas mas também pelos seus inquestionáveis atributos físicos, que fazem questão de ir partilhando com os seus inúmeros seguidores através das redes sociais.

Numa das mais recentes publicações, as manas postaram uma foto de um dos seus exercícios diários na conta conjunta que mantêm no Instagram, acompanhada do seguinte texto: «A vontade de se preparar tem que se maior do que a vontade de vencer, vencer será consequência da boa preparação».

Bia e Branca Feres

Beleza da dupla já ultrapassou fronteiras

A beleza de Bia e Branca já ultrapassou fronteiras e chegou mesmo até Espanha. As irmãs gémeas Feres entraram na lista das mais belas esportistas do Mundo, feita pelo site espanhol “ABC”. De acordo com a publicação, as jovens de 27 anos causam furor nas redes sociais com suas publicações e são dois trunfos do Brasil para fazer bonito na modalidade durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.

Além disso, o site cita que elas não deixam de postar um dia nas redes sociais, sempre mostrando sua sensualidade e prontas para os Jogos Olímpicos.

Bia e Bianca Feres

Duas autênticas sereias

A medalha de bronze que Bia e Branca conquistaram nos Jogos Pan-americanos de 2007, por equipe, determinou a explosão mediática das gêmeas no Brasil, ao mesmo tempo em que deu um impulso significativo a este esporte num país onde o basquete, a Fórmula 1, o vôlei e, principalmente, o futebol, acabam por monopolizar grande parte do interesse dos média e do público em geral.

Elas são um autêntico fenómeno de popularidade no Brasil, e juntas conseguiram trazer o nado sincronizado para as primeiras páginas dos jornais. Em crianças, sonhavam ser a Sereia Ariel e agora sonham em representar o Brasil nas Olímpiadas de 2016 da melhor forma possível.

Tudo começou aos três anos devido ao pai, mas também aos… astros. «O nosso pai é praticante de surf e isso influenciou a nossa carreira. O surf sempre ditou os nossos programas e viagens em família, desde pequenas. Costumamos dizer que nascemos na água. Aliás, somos do signo Peixes. Além de surfar, o nosso pai, um homem muito habilidoso e atlético, foi atleta profissional de vôlei e basquete. Herdámos dele essa aptidão física para o desporto», afirmaram em entrevista à revista portuguesa “J”.

A natação acabou por ser por isso o destino evidente, ainda mais quando Bia e Branca tinham uma verdadeira paixão na infância: a Sereia Ariel, da Disney. «Começámos no nado sincronizado porque queríamos ser sereias. Tínhamos uma adoração enorme pelo filme e o nado sincronizado era o que ficava mais próximo do Mundo de Ariel», confessam as brasileiras, que foram chamadas pela primeira vez para representar o Brasil aos 14 anos.

Bia e Bianca Feres

Entrada no Mundo artístico

Esta ligação já sofreu no entanto uma interrupção. Logo após a conquista da referida medalha de bronze em 2007: «No início de 2008 a confederação realizou uma reunião e comunicou que não haveria mais investimentos na equipa já que iriam investir somente no dueto, na época formado pelas atletas Lara Teixeira e Caroline Hildebrant. As duas iriam representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres. Como estávamos a receber muitas propostas de trabalho, resolvemos pedir dispensa para entrar na carreira artística, evidentemente muito mais rentável», afirmaram na referida entrevista à revista portuguesa “J”.

A exposição que as gémeas Feres tiveram depois foi enorme, já que ambas chegaram a ser apresentadoras de programas de televisão e realizaram dezenas de campanhas publicitárias, além de alguns ensaios sensuais. Um mundo completamente diferente do que estavam habituadas. «Era um mundo de muitas facilidades, de muito glamour e muito deslumbre. Mas somos pessoas muito sensatas e o próprio desporto deu-nos uma base e uma disciplina muito grande. Nada nos deslumbrou, mantivemos sempre os pés no chão. E o nosso perfeccionismo fazia-nos querer aprender cada vez mais».

Instadas a falarem sobre os referidos ensaios sensuais, Bia e Branca, que são admiradas por milhares de crianças, não acreditam que tenha sido prejudicial para a sua imagem, ainda mais porque ajudam a divulgar a modalidade, «que ainda é insignificante no país em termos de exposição». «Nunca fizemos nenhuma foto completamente nua ou um ensaio vulgar. É verdade que fizemos fotos sensuais, mas todas com extrema qualidade estética. Muitos atletas já fizeram esse tipo de ensaios. Nada mudou, o fundamental é ter uma boa postura. A nossa relação com os admiradores não ficou afetada. Por exemplo, muitas vezes ouvimos pais a dizerem que os seus filhos nos admiram e querem ser como nós. Isso é um prémio e um orgulho, mas também uma responsabilidade. O atleta é um exemplo de disciplina e perseverança. Ficamos felizes ao saber que contribuímos para popularizar o nado sincronizado. É lógico que isso significa uma pressão maior, mas procuramos não nos focar nesse ponto. Fazemos a nossa parte dentro da piscina, que é o que realmente importa».

Bia e Bianca Feres

O regresso…

Apesar de ficarem fora de seleção brasileira durante um bom tempo, Bia e Branca continuaram a competir no seu clube, o Tijuca Tênis Clube. No entanto, os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, acabaram por seduzir as gêmeas e ambas acabaram por regressar ao seio da equipa do Brasil, em janeiro último. «Foi para realizar o sonho de nadar em 2016 que decidimos regressar. Se o Pan-americano em casa foi tão especial, imagina os Jogos Olímpicos. Seria impossível ficar a assistir de fora», confessam as gémeas, que acreditam que a modalidade desenvolve a graciosidade e a feminilidade, ao mesmo tempo que define os músculos. Um esporte onde pretendem transmitir principalmente dois sentimentos: «Alegria e amor», concluíram as manas.

Recorde-se que as belas nadadoras não disputaram as provas de dueto, apenas de equipe, que ficou sem medalhas nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá, se despedindo na quarta colocação. No compromisso seguinte, no Mundial de Kazan, na Rússia, elas foram à final com a coreografia inspirada no Faroeste e terminaram em 10º lugar, melhor resultado geral da equipe nesta competição.

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